Limpeza Caixa Água

Limpeza Caixa Água | 11 3495-0225

Limpeza Caixa Água, desinfecção, imunização de caixas água e reservatórios de água, a Doctor Prag 11 94017-2354 tem a melhor equipe de profissionais para residências e empresas em São Paulo.

Limpeza Caixa Água

Métodos de Execução
1ª Etapa: Agendamento do serviço junto a Doctor Prag, seguido da notificação a todos os usuários, moradores e funcionários locais.

2ª Etapa: O responsável local (contratante) deverá otimizar a utilização dos reservatórios de água a fim de que os mesmos estejam vazios quando da chegada da equipe de imunização. Em casos que ainda haja água no reservatório, o remanejo da água deverá ser acionado através de bombeamento evitando desperdício. Simultaneamente a execução dos serviços, um reservatório deverá ser deixado para utilização, e posterior tratamento/imunização.

3ª Etapa: Antes da execução dos serviços, o sistema de alimentação e fechado e a boia lacrada. O serviço será executado através de hidrojateamento, escovação mecânica ou manual dependendo de fatores como capacidade, acesso, acabamento interno entre outros fatores, cujo resíduo da limpeza será bombeado para fora ou removido manualmente.

4ª Etapa: Após a remoção de resíduos, será aplicado via pulverização o produto germicida e bactericida a base Hipoclorito conforme legislação vigente D3. 860 CETESB

5ª Etapa: Reaberturas das válvulas para reabastecimento dos reservatórios e checagem geral.

Opcional: Análise de potabilidade da água é recomendável, solicite orçamento adicional.

Observações gerais:

1) Especificamente no caso de edifícios ou mesmo indústrias, para que o serviço ocorra corretamente, é necessário haver um ponto de abastecimento de água próximo, caso contrário, a contratada deverá ser notificada para providenciar equipamento adequado.

2) No caso da necessidade de substituição de algum componente tipo válvula, torneira boia, etc, os gastos envolvidos nesta operação serão cobrados a parte.

3) Caixas e reservatórios bem cuidados evitam vazamentos e doenças. Fiscalize sempre torneiras e registros evitando desperdício. A natureza agradece.

OBS: Todos os produtos utilizados nos serviços encontram-se devidamente registrados junto ao ministério da Saúde e Serviço de Vigilância Sanitária e Cetesb.

Limpeza caixa água
Limpeza caixa água em São Paulo
Limpeza caixa água na grande São Paulo
Limpeza caixa água no grande ABCD
Limpeza caixa água Interior de São Paulo

Diferenciais da Doctor Prag

  • Rápida: Nas operações de limpeza de caixas d’água e de higienização de reservatórios de água são aplicados produtos que agem na remoção instantânea dos depósitos (ferrugem, manganês e carbonatos) e dispensam a utilização de hidrojateamento de alta pressão, esfregões, escovas e buchas.
  • Remove o biofilme: Os produtos atuam na desestabilização dos biofilmes e eliminação dos micro-organismos.
  • Não compromete o revestimento dos reservatórios/caixas d’água: Os produtos são aplicados nas superfícies em baixa pressão por meio de nebulizadores.
  • Atinge todas as superfícies: São utilizadas varas telescópicas que podem alcançar até 9 metros e dispensam a montagem de andaimes no interior dos reservatórios.
  • A favor do meio ambiente: Os produtos são biodegradáveis e livres de cloro e, por isso, não geram compostos pós-desinfecção.

Estamos localizados na cidade de São Paulo e atendemos todos os bairros, vilas e regiões de São Paulo, grande São Paulo, grande ABCD e cidades do Interior num raio de 100 km, consulte-nos sobre o atendimento na sua cidade.

CENTRAL DE ATENDIMENTO

11 3495-0225 | 11 94017-2354 WhatsApp

Desentupimento

Desentupimento | 11 3495-0225

Soluções Doctor Prag para desentupimento, limpeza de fossas e tratamento de efluentes, 11 94017-2354 a melhor equipe de profissionais para residências e empresas em São Paulo.

Desentupimento

Esgotamento de caixa de gordura, fossas, poços de recalque, caixas de inspeção entre outros:
Opções de unidade somente a vácuo ou combinado

Vácuo/Hidrojateamento
1. Esgotamento por meio mecânico com unidade mecanizada em tamanho e capacidade variada usando Caminhões ou Camionetes de última geração provido de bomba de vácuo de anel líquido com deslocamento de ar, vácuo e pressão positiva, podendo ser de forma combinada interligada ao compartimento de detritos para alternância de vácuo ou pressão e mangotes flexíveis de PVC.
2. Esgotamento por meio mecânico com bomba de recalque submersa, seguida de hidrojateamento para limpeza das paredes ou através de unidade mecanizada desde que acessível ao local.

Desentupimento Mecânico
• Utilizamos equipamentos de sistemas rotativos para desobstrução e raspagem de tubulação. Consiste de máquina elétrica com sondas flexíveis e ponteiras apropriadas para cada tipo de encanamento de variados diâmetros.

Desentupimento por Hidrojateamento
• Equipamento com bomba de alta pressão, onde o bico injetor e jatos propulsores desobstruem e lavam a tubulação. Nosso equipamento opera com vazão variada conforme necessidade, com circuito de descarga dotado de manômetro, válvula reguladora de pressão com ajuste fino, e registros de esfera de alta pressão com sistema de “by-pass” para o tanque. Acionamento da Bomba Alternativa Triplex através de caixa de transferência, instalada na tomada de força do caminhão.

Desentupimento
Desentupimento em São Paulo
Desentupimento na grande São Paulo
Desentupimento no grande ABCD
Desentupimento Interior de São Paulo

Carretel Principal do tipo “bandeira ”, instalado na tampa traseira do tanque, dimensionado para armazenar até 120 metros de mangueira de alta pressão variando conforme o tipo de equipamento.

Carretel auxiliar com acionamento manual equipado com junta rotativa, dimensionado para armazenar 40 metros de mangueira de alta pressão Ø ½”.

Sistema Biológico com Bactérias
• Instalação e/ou aplicação de produto biológico contendo cepas de bactérias, cuja ação biológica degrada continuamente a gordura mantendo o conteúdo da caixa sempre líquido evitando assim remoção de resíduos, entupimentos por não acumular gordura tanto da caixa quanto na rede de ligação.

• Os produtos aplicados são apresentados de 03(três) formas :
1. Bio cubo – Bloco fixado dentro da caixa próximo a entrada de líquidos.
2. Choque – Líquido aplicado diretamente na caixa com bactérias já ativas.
3. Bio Jateamento – Aplicação do produto líquido via hidrojateamento dentro do sistema ou rede de encanamento visando eliminar o passivo de gordura.
• Para que os resultados se mantenham satisfatórios, é importante que não haja despejo de resíduos sólidos de alimentos nem de água de lavagem a mais de 50º C.
• Nossas equipes técnicas estarão monitorando os resultados continuamente coletando amostras, medindo temperatura e PH, substituindo ou acrescentando produtos quando for preciso.

Formulação dos produtos:
• Bio Cubo > Bacillus circulans 3%, Bacillus subtilis 3%, Bacillus sphaericus 3%, Bacilus firmus 3%, Bacillus insolitus 3%, sulfato de sódio 20%, metal silicato 20%, óleo vegetal 40%, corantes 3%.
• WT Choque líquido > Bacillus circulans 3%, Bacillus subtilis 3%, Bacillus sphaericus 3%, Bacilus firmus 3%, Bacillus insolitus 3%, diluente a base de água 85%.

Nº de registro ANVISA
• Bio Cubo > 3.3232.0005.001-4
• WT Choque líquido > 3.3232.0004.001-9

Estamos localizados na cidade de São Paulo e atendemos todos os bairros, vilas e regiões de São Paulo, grande São Paulo, grande ABCD e cidades do Interior num raio de 100 km, consulte-nos sobre o atendimento na sua cidade.

CENTRAL DE ATENDIMENTO

11 3495-0225 | 11 94017-2354 WhatsApp

Repelência a Pombos

Repelência a Pombos | 11 3495-0225

Repelência a Pombos para as mais variadas aplicações no controle de pragas urbanas em São Paulo, 11 94017-2354, profissionais qualificados e experientes para levar até a sua residência ou empresa as melhores soluções em repelência a pombos.

Repelência a Pombos

Os pombos são de origem Asiática e convivem com o homem há mais de 10 mil anos. São considerados símbolos da paz, porém em áreas urbanas, se transformaram em pragas de grande importância, pelo aumento de sua população, causando incômodo, além de transmitirem doenças. Sua proliferação em ritmo acelerado, ironicamente, tem como principal causador aquele que também é o maior prejudicado por eles, ou seja, o homem. Isso se deve ao costume que muitos têm de jogar alimento aos pombos em praças e outros lugares públicos. Assim, quando ocorre uma infestação por pombos, geralmente se constata que os animais só estão infestando o local porque alguém os alimenta.

Filo: Chordata

Classe: Aves

Ordem: Columbiformes
Descrição e biologia
Sua plumagem geralmente apresenta tons de cinza, com tons mais claros nas asas, cauda riscada de negro e pescoço esverdeado. Porém essa coloração pode variar bastante. O bico é curto e fino. Pesam aproximadamente 370 gr, com 28 cm de comprimento. Apresentam dimorfismo sexual sendo as fêmeas sempre menores que os machos. Alimentam-se geralmente de sementes e grãos, porém no ambiente urbano, podem comer o que estiver disponível,incluindo lixo. Constroem seus ninhos utilizando-se de gravetos, capim ou outros materiais e, preferem locais como blocos de apartamentos com fendas, frestas e balcões, bancadas de ar condicionado, beirais ou parapeitos de janelas e estruturas de galpões. Outra característica dos pombos é que raramente voam para muito longe do local onde costumam pousar. Estão presentes em quase todas as zonas urbanas, com exceção das regiões polares.

Repelência a Pombos
Repelência a Pombos em São Paulo
Repelência a Pombos na grande São Paulo
Repelência a Pombos no grande ABCD
Repelência a Pombos Interior de São Paulo

Ciclo de vida
Os pombos vivem em média de 3 a 4 anos em ambientes urbanos, podendo chegar até 15 anos em ambientes silvestres. Apresentam hábito monogâmico, ou seja, vivem com o mesmo parceiro o resto da vida. Atingem a maturidade sexual aos 3 meses de vida. A fêmea deposita 1 ou 2 ovos, de 8 a 12 dias após a cópula. Os ovos são incubados por um período de 17 a 19 dias e pode haver 4 a 6 ninhadas por ano.
Prevenção e métodos de controle
São vetores de cerca de 60 doenças, dentre elas gripes, conjuntivites, toxoplasmose, salmoneloses, psitacoses (doença infecciosa que atinge primeiramente os pulmões e posteiormente baço e fígado), criptococose (doença causada por fungos que se desenvolvem em fezes secas, que infecciona os pulmões), coceiras (provocadas pelos piolhos e ácaros que ficam entre suas penas) e dermatites. Também podem provocar outros danos com acúmulo de penas e fezes, causando entupimentos de sistemas de drenagem, instalação de ninhos em sistemas de ar condicionado, bloqueio de calhas de telhado e infiltração no forro, alteração de sistemas de comunicação quando existe acúmulo de fezes em torres de transmissão. Em sua urina e fezes há uma grande concentração de esporos de fungos e ácido úrico, que corroem monumentos de pedra e bronze, destroem pinturas e rebocos de construções, danificam estruturas de concreto e pinturas de automóveis. Além disso, também podem provocar durante o vôo acidentes, porque podem colidir com aeronaves. Essa colisão pode provocar acidentes sérios, pois a força do impacto de uma ave com até 2,5 Kg com um avião em movimento, pode chegar a 5 toneladas, dependendo da velocidade desse avião.

Principal espécie

– Família Columbidae

Os pombos que habitam a cidade de São Paulo são descendentes dos pombos-das-rochas – Columba livia livia, originários das regiões rochosas do leste Europeu e norte da África. Foram trazidos para o Brasil como animais de estimação ou aves domésticas, em meados do século XVI. Algumas destas aves se libertaram do cativeiro e conseguiram sobreviver e conviver de maneira selvagem, nas regiões em processo de urbanização. A espécie Columbia livia domestica obteve sucesso nos ambientes urbanos, pois as construções das casas rústicas, muitas vezes de barro e de pedras eram muito semelhantes aos penhascos rochosos do habitat natural das aves.
Possuem comportamento gregário, alimentando-se em grupos a procura de grãos e farelos, preferencialmente. Devido à grande capacidade de variação alimentar inerente a esta espécie, em especial em situações de maior competição por alimento (mais de 40 indivíduos por local, provocando duas bicadas por segundo), a preferência alimentar tem apresentado maior diversidade.

Prevenção e métodos de controle

Como o ciclo reprodutivo dos pombos é regulado pela oferta de alimento, diminuir essa oferta é a principal medida a se tomar, conscientizando as pessoas do problema de fornecer alimento aos pombos e esclarecendo sobre os riscos e danos que tal hábito pode provocar.

Consertar falhas nas estruturas que permitam a nidificação;
Manejo de resíduos orgânicos: O manejo de rações, guarnições, restos alimentares e o acondicionamento adequado do lixo representam medidas relevantes no controle de pombos;
Limpeza dos locais infestados: as fezes dos pombos são elementos de alta propagação de microorganismos patogênicos, a limpeza dos locais infestados constitui medida prévia obrigatória em qualquer ação de controle. Recomenda-se o umidecimento das fezes com água, água sanitária ou outro desinfetante, procedendo-se, então, a limpeza e descontaminação do local. O uso de máscara protetora ou pano úmido protegendo as vias respiratórias (boca e nariz) é de extrema importância, pois a inalação de partículas de fezes ressecadas pode induzir a ocorrência de doenças como histoplasmose, criptococose e psitacose. A destinação sanitária dos resíduos é outro passo fundamental de segurança. A finalização do serviço requer a utilização de bactericidas específicos que melhor garantam a descontaminação.
Emprego de substâncias anticoncepcionais: é um inibidor de reprodução que deve ser aplicado 2 vezes ao ano, por 3 ou mais anos consecutivos, com alimentação sequencial de 10 dias. A primeira alimentação deve ser oferecida na época de queda da taxa de reprodução, em agosto/setembro. O custo é elevado e o fato de não ser específico pode atingir aves não alvo;
Uso de pombais de reprodução controlada: construção de pombais que funcionam como pontos de concentração e nidificação de pombos, onde os ovos e os ninhos passam a ser destruídos de forma controlada. Os ovos devem ser quebrados a cada 2 semanas, até que a mortalidade natural elimine os adultos. Leva de 3 a 4 anos e deve ser empregada junto a outras medidas de controle;
Inclinação de superfícies de pouso: modificação física de superfícies de pouso, quanto ao ângulo de inclinação, tornando-as instáveis ao pouso dos pombos que se sentem ameaçados nesta situação de declive;
Emprego de acessórios desestabilizadores de pouso: podem ser espículas, molas ou fios de nylon, que ao serem instalados nas superfícies de pouso causam uma sensação de instabilidade para os pombos, provocando seu afastamento. Devem ser instalados ao longo das superfícies e quando estas forem muito largas, recomenda-se o uso de 2 ou 3 fileiras destes dispositivos. Em pequenas áreas (por ex. parapeitos de janelas), as espículas podem ser substituídas pela planta conhecida como “Coroa de Cristo”, que afasta os pombos de modo similar. A fixação artesanal de pregos com as pontas voltadas para cima e próximos uns aos outros podem surtir resultado em áreas limitadas. No caso dos fios de nylon, pode-se optar pelo uso de fios de pescaria, presos nas extremidades por um prego. Os fios devem estar tencionados a 10 cm da superfície e afastados 3 cm entre si. Estes acessórios podem ser empregados em calhas de prédios, parapeitos, beirais e quaisquer outras superfícies a critério da situação encontrada;
Vedação de espaços: vedação de vãos de acesso em forros de telhado, saídas de tubulações de serviço e outros espaços, utilizando-se telas, tapumes ou argamassa, conforme a característica do local. Os aparelhos de ar condicionado podem ser recobertos com redes de poliuretano em sua parte externa, para evitar a nidificação de pombos nos vãos. Estas redes são praticamente invisíveis, podendo ser utilizadas em janelas de prédios históricos, para prevenir a entrada de pombos. As telas de arame galvanizado de ¾ de polegada têm maior resistência e vida útil do que as telas de plástico, sendo de custo mais elevado;
Emprego de elementos assustadores: os elementos assustadores podem ser de 2 tipos: assustadores visuais e assustadores auditivos: Assustadores visuais: significa o emprego de manequins de predadores e de estruturas refletoras. O emprego de manequins de corujas, falcões ou outras aves de rapina, que são predadores biológicos naturais dos pombos, desencorajam sua aproximação, desempenhando a função de espantalhos. As estruturas refletoras de luz solar, como espelhos e fitas metálicas e luzes estroboscópicas causam um incômodo visual nos pombos, afastando-os dos locais. É importante esclarecer que as aves habituam-se rapidamente às técnicas de susto. Assustadores auditivos: emprego de sons que afugentam os pombos, como explosão de fogos de artifício, chacoalhar de estruturas metálicas (latões, panelas), ultra-som, sons miméticos de predadores, ou tiros de ar comprimido são medidas de efeito bastante transitórios;
Persuasão do pouso por substâncias repelentes: emprego de substâncias atóxicas, sem adição de praguicidas ou repelentes químicos, que têm a função de inibir o pouso dos pombos, por causar repelência por irritação de contato. Estas substâncias são em forma de gel, podendo funcionar por períodos determinados pelas características do ambiente. O gel repelente é bastante indicado para parapeitos, vãos de acesso, locais de pouso em fachadas de prédios, grades de aparelho de ar condicionado, estruturas arquitetônicas de alto relevo de prédios de construção antiga e outros;
Emprego de cercas eletrificadas: instalação de arame eletrificado como barreira de contenção da invasão de pombos. É uma medida de controle de alto custo, que requer instalação e manutenção profissional especializada. A carga elétrica deve caracterizar-se por uma alta voltagem associada a uma baixa amperagem, visando o afastamento dos pombos por choque elétrico, mas sem sacrifícios da espécie. As cercas elétricas são indicadas somente para áreas afastadas da população humana, pelos riscos de choque;
Captura por armadilhas: utiliza armadilhas específicas para captura de aves, tendo como iscas grãos quebrados (trigo ou milho) e 1 a 3 pombos que estimulem a aproximação e eficiência de captura.

Estamos localizados na cidade de São Paulo e atendemos todos os bairros, vilas e regiões de São Paulo, grande São Paulo, grande ABCD e cidades do Interior num raio de 100 km, consulte-nos sobre o atendimento na sua cidade.

CENTRAL DE ATENDIMENTO

11 3495-0225 | 11 94017-2354 WhatsApp

Descupinização

Descupinização | 11 3495-0225

Descupinização para as mais variadas aplicações no controle de pragas urbanas em São Paulo, 11 94017-2354, profissionais qualificados e experientes para levar até a sua residência ou empresa as melhores soluções em descupinização.

Descupinização

SOLUÇÕES DOCTOR PRAG PARA O CONTROLE DE CUPINS E OUTRAS PRAGAS DE MADEIRA

O Chamado “cupim subterrâneo” é uma importante praga, pois destrói construções, móveis, etc., causando grande prejuízo ao ser humano. Sua fonte alimentar básica são os materiais celulósicos e lignocelulósicos sob diferentes formas (madeira viva ou morta).

Normalmente a colônia principal está localizada no subsolo, mas há casos em que podem estar em estruturas altas, forros, caixões perdidos, provenientes de revoadas ou de sua própria proliferação. A dispersão da infestação desse tipo de cupim vem ocorrer também junto à rede hidráulica e elétrica. Ele não está localizado, pelo contrário, vive forrageando em busca de alimento e umidade. Esse forrageamento é contínuo e aleatório, devendo tratar a estrutura como um todo com barreira química e proteger todo o madeiramento fixo quimicamente. Outra alternativa é o processo de Iscagem, elaborado com informações da biologia, comportamento e hábito alimentar de cada espécie, podendo ser restrita a algumas espécies. Na área a ser monitorada, tubos-iscas são instaladas no solo com um substrato palatável, sendo periodicamente inspecionados. Diferentes tipos de estações de solo e aéreas podem ser utilizados para atender diferentes ambientes.

Descupinização
Descupinização em São Paulo
Descupinização na grande São Paulo
Descupinização no grande ABCD
Descupinização Interior de São Paulo

Orientamos não retirar túneis de forrageamento ou aplicar qualquer produto químico nos locais onde os cupins estão aparecendo até o contratante decidir pelo melhor método de controle. A troca do madeiramento sem prévio tratamento não irá resolver o problema e o que poderá ocorrer é um novo ataque às peças novas.

O tratamento profissional é fundamental para o controle dessa praga.

Serviços de Descupinização em São Paulo

A madeira e seus derivados sempre ocupou posição de destaque na construção civil e no mobiliário por reunir diversas características desejáveis: a grande disponibilidade em formas e tamanhos, a facilidade de ser trabalhada, a alta resistência em relação ao próprio peso, e o baixo custo em relação a outros materiais, entre outros.

A biodeterioração destes materiais é um problema de considerável importância em todo o mundo, e em especial nos países de clima tropical, como é o caso do Brasil.

A biodeterioração destes materiais é um problema de considerável importância em todo o mundo, e em especial nos países de clima tropical, como é o caso do Brasil. A biodeterioração são causadas principalmente por insetos como as brocas e cupins.

Quando falamos em tecnologias de controle de cupins, o conhecimento de sua biologia, a identificação da espécie e o gerenciamento dos fatores favoráveis à sua proliferação são de extrema importância no sucesso.

Para o controle de cupins podemos citar as seguintes metodologias: imersão, pincelamento, pulverização ou aspersão, injeção e tratamento do solo.

A infestação por cupins é um problema que traz grande preocupação e prejuízos. Ao contrário do que muitos pensam estes pequenos animais não destroem somente madeira, mas podem devastar tecidos, plásticos, borracha, couro, revestimentos de cabos elétricos, entre outros materiais, prejudicando assim todo e qualquer lugar em que se instalem.

A Doctor Prag está preparada para agir no controle de cupins, através do serviço de descupinização com extrema qualidade e agilidade em residências, condomínios, comércios e indústrias em geral, para evitar transtornos causados por estes insetos.

Estamos localizados na cidade de São Paulo e atendemos todos os bairros, vilas e regiões de São Paulo, grande São Paulo, grande ABCD e cidades do Interior num raio de 100 km, consulte-nos sobre o atendimento na sua cidade.

CENTRAL DE ATENDIMENTO

11 3495-0225 | 11 94017-2354 WhatsApp

Desratização

Desratização | 11 3495-0225

Desratização para as mais variadas aplicações no controle de pragas urbanas em São Paulo, 11 94017-2354, profissionais qualificados e experientes para levar até a sua residência ou empresa as melhores soluções em desratização.

Desratização

Soluções Doctor Prag para o controle de ratos, ratazanas e camundongos:
Cada 10 ratos urinam 40 vezes ao dia, sendo multiplicado por 365 dias, igual a 146.000 focos.

Os ratos são responsáveis pela transmissão de cerca de 200 doenças, onde destaca-se a leptospirose. Os ratos urinam várias vezes ao dia e em pequenas quantidades, mais ou menos 40 vezes. Veja a seguir quantos focos de possíveis doenças podem ser criados em um ano.

Desratização
Desratização em São Paulo
Desratização na grande São Paulo
Desratização no grande ABCD
Desratização Interior de São Paulo

Controle de Roedores:

É vital para o controle desta praga que sejam seguidas todas as etapas do Controle Integrado de Pragas, associadas ao saneamento e higienização da área para evitar fatores de favorecimento à praga.Como base de controle podemos seguir os seguintes passos:

1 – Auditoria para identificação dos pontos problemáticos;
2 – Conhecermos as proximidades do estabelecimento como um todo, pois na maioria das vezes, há fatores de riscos que dão indícios das invasões por ratos, sejam elas constantes ou intermitentes.
3 – Devemos lembrar que os ratos são animais de hábitos sociais, isto quer dizer que dificilmente andam sozinhos. Quando se imagina ter apenas um rato num determinado local, pode haver um comboio de ratos, ou seja, uma colônia de alguns ratos bem astutas que nos driblam diante das suas habilidades e perspicácias.
4 – Identificação da espécie;
5 – Saneamento da área;
6 – Instalação de bloqueios mecânicos;
7 – Eliminação das fontes alternativas de alimentos;
8 – Colocação de armadilhas na área interna, vias de trânsito e acesso;
9 – Colocação de iscas raticidas nas áreas externas e tocas;
10 – Monitoração constante para evitar reinfestações;
11 – Verificar presença de pulgas e, em caso positivo promover o tratamento.

Animal extremamente bem sucedido, e muitas vezes retratados como amigáveis e heróis pelo cinema e televisão, a presença de ratos e camundongos, é uma grande ameaça a saúde publica, pelas inúmeras enfermidades atribuídos a sua presença.

Uma das maiores tragédias da humanidade, a peste negra que dizimou 1/3 da população na Idade Media, tem os méritos atribuídos aos ratos. Sendo assim, o controle de roedores se torna muito mais que uma questão de higiene, é um assunto de saúde pública.

Além de transmitir inúmeras doenças, estes animais possuem grande facilidade de reprodução, sendo responsáveis pela contaminação de alimentos em toda a sua cadeia. Devemos nos atentar que o controle de ratos pode significar a preservação de uma imensa quantidade de alimentos, reforçando a questão de segurança alimentar.

Ainda que autoridades sanitárias permitam uma quantidade de pelos de ratos e fragmentos de insetos em diversos alimentos processados, a desratização é uma medida obrigatória, buscando evitar a visita e presença indesejável.

Aos leigos, onde a desratização é uma mera aplicação de produtos químicos para o combate de roedores, os colaboradores da Doctor Prag tratam dentro de um conceito de manejo integrado de pragas, realizando estudos e avaliações das condições ambientais do local a ser tratado.

Levantando as causas da incidência e utilizando as iscas mais atrativas e inovadoras, instaladas em dispositivos de proteção (porta iscas), identificadas e mapeadas; atendendo as normas brasileiras de boas praticas de produção (BPFs), como a RDC 275; e normas internacionais como BRC, IFC e AIB.

Consulte e contrate os serviços da Doctor Prag e garanta um trabalho realizado por profissionais treinados e capacitados para oferecer os melhores resultados, gerando um ambiente sadio e confortável.

Na metodologia da Doctor Prag a desratização começa com uma rigorosa inspeção prévia com o objetivo de se definir a espécie infestante, a desenvoltura da infestação e os prováveis pontos de acesso dos roedores.

Com base nas informações apuradas escolhemos a estratégia de controle mais adequada à proteção de sua saúde e seu patrimônio.

Medidas de Controle:

Controle químico: Utilizando raticidas a base de cumarinas, a desratização é um método muito utilizado e eficaz quando, quando são utilizadas formulações e técnicas corretas.

Com ação anticoagulante, matando os roedores por hemorragia, há diversas formulações de raticidas para serem utilizados adequadamente: granulados, peletizados, grãos impregnados, blocos parafinados, blocos extrusados e pós de contato.

Raticidas anticoagulantes tem ação lenta, demorando cerca de uma semana para provocar a morte dos ratos. Debilitados e desidratados pela hemorragia, comumente vemos os ratos se moverem durante o dia em busca de água.

Tendo a Vitamina K1, o uso destes raticidas são bastante seguros, aliados ao treinamento e capacitação dos nossos técnicos para buscar a melhor solução para o problema de roedores. O número de tratamentos necessários à eliminação de uma infestação depende de diversos fatores. O intervalo entre esses tratamentos podem variar bastante a partir da análise dos diversos itens.

Controle não químicos: Em pequenas infestações, ou áreas onde não e permitido a aplicação de raticidas, o controle deve ser realizado com a utilização de armadilhas especiais que são a evolução das ratoeiras, placas de cola dispostas em estações adesivas ou até mesmo outros dispositivos de captura.

Manejo: A ocorrência de roedores ou outras pragas esta relacionado a existência de condições favoráveis a sua vida: Acesso, Alimento, Água e Abrigo. Um programa de manejo, deve contemplar medidas básicas para impedir o acesso muitas vezes através de pequenos reparos, instalação de telas, barreiras de metal, vedações de buracos e vãos, acondicionar corretamente o lixo, entre outras medidas.

Em locais que não são possíveis eliminar todas as condições favoráveis, nossos técnicos estarão capacitados e treinados a orientar para evitar estes hospedes tão indesejáveis, oferecendo um método de controle eficaz e seguro para sua empresa ou sua residência.

Nosso controle inicia com uma rigorosa inspeção prévia, identificando a espécie infestante, os pontos de acesso, recomendações e a estratégia de controle mais adequada na proteção do seu patrimônio e sua saúde.

Estamos localizados na cidade de São Paulo e atendemos todos os bairros, vilas e regiões de São Paulo, grande São Paulo, grande ABCD e cidades do Interior num raio de 100 km, consulte-nos sobre o atendimento na sua cidade.

CENTRAL DE ATENDIMENTO

11 3495-0225 | 11 94017-2354 WhatsApp

Dedetização

Dedetização | 11 3495-0225

Dedetização para as mais variadas aplicações no controle de pragas urbanas em São Paulo, 11 94017-2354, profissionais qualificados e experientes para levar até a sua residência ou empresa as melhores soluções em dedetização.

Dedetização

SOLUÇÕES DOCTOR PRAG PARA O CONTROLE DE BARATAS, PULGAS, FORMIGAS, ARANHAS ENTRE OUTRAS PRAGAS.

A Doctor Prag possui os mais avançados recursos no combate e controle das diferentes infestações de pragas urbanas, como baratas, formigas, pulgas, traças, aranhas, escorpiões, moscas e mosquitos, utilizando-se dos mais modernos métodos de aplicação e técnicas com efeitos knock-down (choque), desalojante e residual, adequando-se a cada caso e necessidades específicas.
Utilizamos as mais modernas e eficientes matérias primas, como por exemplo, os inibidores de crescimento, micro-encapsulados, dispositivos atóxicos tais como armadilhas de captura eletrônica ou mecânica entre outros.

Dedetização
Dedetização em São Paulo
Dedetização na grande São Paulo
Dedetização no grande ABCD
Dedetização Interior de São Paulo

Cada caso é analisado e avaliado tecnicamente considerando segmento de mercado, região e vizinhança, estrutura, tipo de praga infestante, elementos complicadores, soluções preventivas para que possamos atender nossos clientes com eficiência, propondo sempre a solução. S.I.D, Sistema Integrado Doctor Prag – É a união de diversas técnicas e serviços ofertada em forma de contrato periódico dando maior segurança através da prevenção com uma ampla cobertura trazendo tranquilidade a sua casa, condomínio, comércio, restaurante, indústria.

Doctor Prag coloca à disposição dos seus clientes o serviço de Desinsetização, conhecido popularmente pelo termo “Dedetização”, consagrado pelo uso em uma época em que o emprego do inseticida DDT predominava.

A equipe da Doctor Prag possui biólogos e técnicos que realizam aplicações em pontos estratégicos, previamente mapeados e estudados, evitando o uso indiscriminado de inseticida. Esse procedimento segue as tendências ecológicas modernas, consubstanciada pelo Manejo Integrado de Pragas, internacionalmente conhecido pela sigla IPM (IntegratedPest Management).

Portanto, o profissional controlador de pragas urbanas da Doctor Prag lança mão de inseticidas de última geração, com baixo odor e sem efeito cumulativo, proporcionando maior segurança para os clientes.

Tipos de Pragas

Estamos localizados na cidade de São Paulo e atendemos todos os bairros, vilas e regiões de São Paulo, grande São Paulo, grande ABCD e cidades do Interior num raio de 100 km, consulte-nos sobre o atendimento na sua cidade.

CENTRAL DE ATENDIMENTO

11 3495-0225 | 11 94017-2354 WhatsApp

Dedetização de Grilos

Dedetização de Grilos | 11 3495-0225

Dedetização de grilos em São Paulo, 11 94017-2354 profissionais qualificados e experientes levam até a sua residência ou empresa as melhores técnicas para dedetização de pragas urbanas.

Dedetização de Grilos

Taxonomia
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Orthoptera

Em todo o mundo, existem cerca de 900 espécies de grilos. São insetos onívoros, terrestres e noturnos.

Estrutura
São insetos relativamente grandes: olhos compostos grandes, pronoto grande. O fêmur da perna posterior geralmente é dilatado para melhor desempenho nos saltos. Os grilos medem cerca de 1,5 cm, com as antenas do mesmo comprimento do corpo. Alguns possuem asas. Possuem órgãos auditivos para perceber os sons produzidos pelas suas asas.

Dedetização de grilos
Dedetização de grilos em São Paulo
Dedetização de grilos na grande São Paulo
Dedetização de grilos no grande ABCD
Dedetização de grilos Interior de São Paulo

Nutrição
O grilo sai em busca de alimento durante a noite, pois fica entocado durante o dia. Sua alimentação pode conter cereais, plantas, fungos, alimentos humanos tecidos de lã e restos de outros insetos.

Reprodução
Os grilos se reproduzem com grande facilidade, gerando um número grande de filhotes. Cada fêmea coloca cerca de 100 ovos durante seu período reprodutivo.

O grilo é um inseto ovíparo com metamorfose incompleta (não apresenta a fase de pupa).

Os ovos demoram entre 15 e 20 dias para eclodir, medem aproximadamente 2 mm, são razoavelmente translúcidos. A fêmea põe os ovos no chão durante o outono e as crias nascem na primavera seguinte. As ninfas (grilos jovens semelhantes aos adultos) sofrem de 5 a 7 mudas até se tornarem adultos (maturidade sexual), isso leva cerca de 60 dias. A maturidade sexual pode ser observada quando os machos começam cantar.

O ovopositor da fêmea é grande, delgado e cilíndrico; a genitália masculina pode não ser observada externamente. Além desta diferença, os machos são menores que as fêmeas – dimorfismo sexual.

Os grilos machos cantam para atrair as fêmeas para a reprodução. Somente os machos cantam. O som é emitido a partir da fricção entre as suas asas e é chamado de estridulação. Na borda de suas asas existem pelos, alinhados como pentes. Em cada época do ano, um som peculiar é produzido.

Curiosidades
Pessoas de algumas partes da Ásia mantêm grilos como animais de estimação há centenas de anos. Elas acreditam que eles trazem alegria e boa sorte, e seu canto é considerado uma excelente música.

Alguns chineses até levavam seus grilos em suas caminhadas; colocavam os insetos em recipientes, que ficavam guardados no bolso, para ouvir seu canto enquanto caminhavam (seria isso o início dos mp3 players?)

O modo como os grilos são criados se assemelha muito ao nosso modo de criar pássaros: em gaiolas, recebendo alimentação periodicamente, expostas em locais para ornamentar o ambiente e escutar seu canto.

Em alguns países os grilos são criados para serem vendidos como iguarias, animais de estimação e iscas para pescaria. Os grilos são animais asseados, fáceis de serem criados.

Estamos localizados na cidade de São Paulo e atendemos todos os bairros, vilas e regiões de São Paulo, grande São Paulo, grande ABCD e cidades do Interior num raio de 100 km, consulte-nos sobre o atendimento na sua cidade.

CENTRAL DE ATENDIMENTO

11 3495-0225 | 11 94017-2354 WhatsApp

Dedetização de Formigas

Dedetização de Formigas | 11 3495-0225

Dedetização de formigas em São Paulo, 11 94017-2354 profissionais qualificados e experientes levam até a sua residência ou empresa as melhores técnicas para dedetização de pragas urbanas.

Dedetização de Formigas

Todas as formigas pertencem a uma única família, a Família Formicidae. Atualmente são conhecidas mais de 12 mil espécies de formigas, das quais 2 mil ocorrem no Brasil. Estão distribuídas em quase todos os habitats terrestres, onde contribuem para a estabilidade do ambiente.

Filo: Arthropoda

Classe: Insecta

Ordem: Hymenoptera

Descrição e biologia
O corpo de uma formiga é dividido em três partes: cabeça, tórax e abdome. A diferença morfológica mais importante que separa as formigas dos outros insetos é a presença do pedicelo, uma região estreita que une o tórax ao abdome com aspecto de uma cintura quando vista de cima. O aparelho bucal é provido de um par de mandíbulas grande e forte. A cabeça possui um par de antenas em forma de cotovelo (geniculada) e um par de olhos compostos. Algumas espécies possuem, na parte posterior do abdome um ferrão, que é uma poderosa arma de defesa, ocasionando ferroadas dolorosas ao homem e outros animais. São insetos eussociais e as características desse comportamento são a sobreposição de gerações (várias gerações convivendo no mesmo ninho), o cuidado cooperativo com a prole e a divisão do trabalho em castas. Rainha (s): maiores indivíduos da colônia; responsáveis pela postura de ovos. Em uma colônia pode haver uma ou mais rainhas conforme espécie. De uma forma geral são aladas, e perdem as asas após o vôo nupcial quando vão fundar novas colônias. As espécies de formigas urbanas aboliram o vôo nupcial e as rainhas não possuem asas, apenas os machos. Machos: alados e com função única e exclusivamente reprodutiva. Após o acasalamento morrem; Operárias: são fêmeas estéreis; não possuem asas; constituem a grande maioria dos indivíduos da colônia; desempenham as demais atividades da colônia. São onívoras, alimentando-se de uma diversa gama de alimentos, seja doce, salgado, óleos, outros animais ou vegetais e algumas espécies se alimentam de fungos. As colônias podem variar em tamanho e os ninhos podem ser construídos no chão (tanto superficial como subterrâneos), em cavidades de madeiras ou troncos ou mesmo no interior de residências em frestas de azulejos, batentes de portas, sob o piso, aparelhos domésticos e o mobiliário.

Dedetização de formigas
Dedetização de formigas em São Paulo
Dedetização de formigas na grande São Paulo
Dedetização de formigas no grande ABCD
Dedetização de formigas Interior de São Paulo

Ciclo de vida
O desenvolvimento é holometábolo (ovo, larva, pupa e adulto). A partir dos ovos nascem as larvas, que de acordo com a alimentação que recebem, podem se tornar operárias, soldados ou fêmeas férteis (rainhas). As larvas são esbranquiçadas e não possuem pernas, são alongadas e afiladas na região da cabeça. São completamente dependentes das operárias para a movimentação e alimentação. As larvas passam por vários estágios de desenvolvimento, denominado ínstares. O número de ínstares varia de acordo com a espécie. Quando totalmente desenvolvidas, transformam-se em pupas, fase intermediária entre o estágio larval e adulto. As pupas são dependentes das operárias somente para a locomoção, uma vez que não se alimentam. A duração do ciclo desde ovo até adulto pode variar em torno de 35 – 45 dias. O tempo de vida também varia conforme a casta a que o inseto pertence e também à sua espécie, sendo que as operárias vivem cerca de 2 meses a 1 ano, as rainhas podem viver de 2-20 anos conforme espécie e os machos morrem logo após a cópula. Os machos provém de ovos não fecundados. Quando a rainha copula, ela recebe esperma suficiente para durar sua vida inteira, armazenando-o em um órgão especializado, a espermateca. Com relação aos ovos fecundados (operárias e rainhas), o que vai diferenciá-los é a alimentação.
Principais Espécies e Danos Causados
As formigas nas áreas urbanas depararam-se com ambientes propícios para a construção de seus ninhos. Nestes locais encontraram abrigos perfeitos com abundância de alimento e água. Causam bastante incômodo quando ocorrem em áreas de alimentação, podendo deteriorá-los e contaminá-los. Infestam e danificam aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos e percorrem todos os ambientes da casa, inclusive banheiros. Em hospitais, caminham sobre instrumentos médicos, UTI’s, centros cirúrgicos ou berçários, podendo carregar bactérias e fungos junto ao corpo. Além disso, podem ferroar de forma dolorosa e provocar reações alérgicas.

Principais Espécies

– Formigas Urbanas

Formiga fantasma – Tapinoma melanocephalum: As operárias são todas do mesmo tamanho (monomórficas) e pequenas, variando de 1,3 a 1,5 mm de comprimento. Apresentam cabeça e tórax escuros com cintura e abdome claros. Formam trilhas perfeitas em busca de alimentos. É encontrada no solo, madeiras em decomposição, partes de árvores doentes, e principalmente dentro das casas. As colônias são provavelmente formadas pela migração de uma ou mais rainhas acompanhadas das operárias. Não realiza vôo nupcial. Em residências, nidifica atrás de azulejos, batentes de portas e rodapés, sendo esses ninhos pouco estruturados, mudam-se de lugar frequentemente.
Formiga-louca – Paratrechina longicornis: Apresenta coloração marrom escura a preta e antenas bastante longas. Seu nome se dá ao hábito das operárias andarem rapidamente e em círculos. As colônias são pequenas com várias rainhas. Geralmente constroem seus ninhos fora das residências, no solo sob objetos, em material depositado no chão como madeira. Dentro das residências pode fazer os ninhos atrás de janelas e sobre forros de estuque. Alimenta-se de carnes, doces, frutas, verduras e até refrigerantes. É comum em hospitais e seu controle é muito difícil.
Formiga-do-faraó – Monomorium pharaonis: São monomórficas, com cores variando de amarelo ao marrom claro, medindo de 1,2 a 2,0 mm de comprimento. Esta formiga tem sido largamente espalhada pelo mundo através do transporte acidental e se tornou uma espécie importante principalmente nos centros urbanos. Seus ninhos limitam-se a ambientes domésticos, sendo um risco potencial para a saúde pública, especialmente quando ocorrem em hospitais, pois são vetores mecânicos de patógenos. As colônias possuem muitos indivíduos, podendo conter várias rainhas. A fundação de novas colônias ocorre principalmente por fragmentação. É uma das espécies mais difíceis de ser controlada, pois é altamente dominante sobre outras espécies. Consomem alimentos variados, preferencialmente ricos em gorduras e substâncias doces.
Formiga argentina – Linepithema humile: Sua coloração varia entre marrom claro ou escuro. As operárias são monomórficas. A antena não é mais longa que o corpo e as pernas são proporcionais. Faz seus ninhos próximos às fontes de alimento e água, como pias, vasos de plantas encanamentos, etc. O fato de expulsar as outras espécies de formigas do território onde estabelece seus ninhos favorece a dispersão, dificultando o controle. Alimenta-se de substâncias açucaradas, carnes, insetos mortos, sucos de frutas, etc.
Pequena fomiga-de-fogo – Wasmannia auropunctata: Operárias monomórficas, pequenas com 1,5 mm de comprimento. Sua coloração é marrom dourada e o ferrão é presente, mas raramente aparente. Geralmente nidifica no exterior das residências, em lugares desde muito secos até muito úmidos. As colônias contém muitos indivíduos e podem ter mais de uma rainha. Esta formiga ferroa dolorosamente e a dor pode durar várias horas. Em ambientes domésticos costuma infestar roupas, camas, berços e alimentos. Consome carnes e óleos.
Formigas lava-pés – Solenopsis spp.: São também chamadas de formigas de fogo. Sua coloração varia do marrou avermelhado ao preto brilhante. Apresenta tamanhos variados. Nidifica geralmente fora das residências e seus ninhos são facilmente identificados, pois apresentam um monte de terra solta que, se mexido, saem grande número de operárias que ferroam dolorosamente. Essas picadas causam bastante ardor, formando bolha no local atingido. Pode infestar aparelhos elétricos e cabines de eletricidade. No interior das residências, procura por migalhas de alimentos e é atraída por substâncias oleosas.
Formigas-carpinteiras – Camponotus spp.: Sua coloração pode variar do amarelo ao preto e apresentam tamanhos variados (polimórficas). O tórax quando observado de perfil é arredondado. Algumas espécies expelem ácido fórmico, um líquido com odor característico. Nidificam em cavidades no solo ou em árvores e, dentro de residências, podem ser encontradas atrás de batentes de janelas e portas, rodapés, assoalhos, fendas em paredes, dentro de gavetas e forros de madeira. Porém não se alimentam da madeira. Podem infestar aparelhos elétricos. Algumas espécies têm hábitos noturnos. Preferem substâncias adocicadas, mas podem se alimentar de carne.
Formiga cabeçuda – Pheidole megacephala: As operárias apresentam dois tamanhos, sendo que as maiores são os soldados, encarregados da proteção da colônia. Sua coloração varia entre vermelho-amarelado e marrom-avermelhado. Nidificam geralmente fora das residências e, são as primeiras a aparecerem em casas recém-construídas. Dentro de residências, geralmente aparecem nos rodapés. Seus ninhos podem ser localizados facilmente seguindo as trilhas das operárias. Alimentam-se de produtos ricos em proteínas e sucos de frutas.
Formigas acrobáticas – Crematogaster spp.: Podem apresentar coloração amarela. Marrom clara e marrom escura. São facilmente reconhecidas pelo seu abdome em formato de coração e tórax que ostenta um par de espinhos. Quando ameaçadas, levantarem seu abdome por cima do tórax em um ângulo quase reto, uma verdadeira acrobacia. Nidificam em ocos de árvores, montes de madeira, folhas de árvores no chão e no solo e, quando no interior de residências, em estruturas de madeira e cavidades em paredes de alvenaria.
Prevenção

Selar orifícios e frestas dentro das residências;
Manter os alimentos guardados em recipientes bem vedados e se possível dentro da geladeira;
Manter o ambiente livre de resíduos alimentares;
Depositar sachês de cravo-da-índia nos locais onde as formigas são indesejáveis;
Colocar fitas dupla face nos pés de mesas, bancadas ou até macas de hospitais;
Aplicar uma diluição de água e detergente (1:1) com o auxilio de uma seringa sem agulha nos buracos de onde se vê as formigas saindo, em áreas internas e de baixa infestação;
Descartar adequadamente o lixo
Método de Controle

Podem ser utilizados produtos em pó, iscas granuladas, gel, ou ainda inseticidas líquidos, que qual são aplicados diretamente no ninho ou pontos de passagem como: conduítes, rachaduras, armários, frestas, etc. Os ninhos poderão, conforme a espécie, ser destruídos mecanicamente. A utilização de produtos na forma aerossol fragmenta a colônia, aumentando a infestação após alguns dias. O conhecimento da espécie, assim como seu comportamento e hábitos alimentares são fundamentais para um controle efetivo. Assim como para outras espécies de pragas, faz-se necessário um monitoramento para identificar de forma exata o nível de infestação do local e a partir daí lançar mão de um produto químico específico para a ocasião.
A utilização do MIP é recomendada para melhores resultados.

– Formigas Cortadeiras

As formigas cortadeiras recebem esse nome, pois cortam as folhas das plantas que servem de substrato para o cultivo de fungos, que são sua fonte de alimento. São causadoras de danos à agricultura, sendo que a importância do seu estudo deve-se aos prejuízos causados às plantações, à vasta distribuição e ao controle difícil e oneroso. Em áreas urbanas porém, podem ocasionar danos em jardins residenciais e eventualmente invadir as casas.

Formigas saúvas – Atta spp.: Apresentam 3 pares de espinhos no tórax. As operárias apresentam vários tamanhos, sendo divididas em: jardineiras (menores e com função de triturar os pedaços de vegetais, colocando-os à disposição dos fungos); as cortadeiras (com tamanho médio e função de cortar e carregar o material vegetal para o formigueiro) e soldados (são as maiores com cabeça grande, têm como principal função proteger a colônia). No formigueiro há apenas uma rainha, chamada popularmente de içá ou tanajura, que é bem maior que o restante do formigueiro e, quando essa morre, o restante do formigueiro também morre em poucos meses. Os machos são conhecidos como bitus e morrem após o acasalamento. A reprodução se dá por meio de revoadas em dias quentes e chuvosos. Seus ninhos geralmente são facilmente visualizados. São formados por montes de terra solta, nos quais podem ser observados vários orifícios (olheiros), que dão acesso ao interior do ninho.
Formigas quenquéns – Acromyrmex spp.: Diferenciam-se das saúvas por possuírem 4 pares de espinhos no tórax. As operárias também apresentam tamanhos e cores variados. Neste gênero de cortadeiras, os machos não recebem nomes comuns e as fêmeas aladas são chamadas de rainhas. Os ninhos não são visualizados com facilidade, podendo ser cobertos por palha, terra e fragmentos de vegetais, alguns podem ter montes de terra solta, porém são bem menores que os das saúvas. A reprodução se dá por meio de revoadas.
Prevenção

Algumas providências podem ser tomadas para proteger as plantas do ataque de formigas cortadeiras, como por exemplo, o uso de um cone invertido, de qualquer material resistente (borracha, plástico ou metal) preso ao tronco da planta. Passa-se graxa na parte interna do cone impedindo assim a subida das formigas no vegetal. A crença de passar cal no tronco das árvores para impedir a subida de formigas e outros insetos é infundada, além de deixar o ambiente visualmente poluído. Deve-se ainda, realizar o plantio de plantas sabidamente não atraentes para as formigas cortadeiras, principalmente naquelas regiões onde estas espécies são muito abundantes. A preocupação com a utilização de plantas adequadas à região também é importante.

Método de Controle

Pode-se utilizar inseticidas em pó, iscas granuladas, gases, ou inseticidas termonebulizáveis. Os produtos granulados devem ser espalhados perto das plantas atacadas, nos seus pontos de passagens, ou perto de seus ninhos, nunca dentro dos olheiros. Os produtos na formulação gás, pó seco ou termonebulização só podem ser aplicados diretamente dentro de seus ninhos através de seus olheiros, isto com auxilio de um equipamento específico. Aconselha-se mesclar o controle, assim a deficiência de um é suprido pela eficiência do outro, não obstante todos eles requerem um monitoramento frequente e diversas aplicações para um controle eficiente.
Como controle mecânico, há a opção da retirada dos ninhos por escavação, retirando-se a panela de fungo e a rainha, porém só é eficaz para áreas pequenas.
A utilização do MIP é recomendada para melhores resultados.

Estamos localizados na cidade de São Paulo e atendemos todos os bairros, vilas e regiões de São Paulo, grande São Paulo, grande ABCD e cidades do Interior num raio de 100 km, consulte-nos sobre o atendimento na sua cidade.

CENTRAL DE ATENDIMENTO

11 3495-0225 | 11 94017-2354 WhatsApp

Dedetização Escorpiões

Dedetização Escorpiões | 11 3495-0225

Dedetização de escorpiões em São Paulo, 11 94017-2354 profissionais qualificados e experientes levam até a sua residência ou empresa as melhores técnicas para dedetização de pragas urbanas.

Dedetização de Escorpiões

Existem registros científicos da existência dos escorpiões há mais de 400 milhões de anos. Atualmente, já estão catalogadas cerca de 1600 espécies e subespécies, distribuídas em 116 gêneros diferentes em todo o mundo. Foram os primeiros artrópodes a conquistar o ambiente terrestre. Das espécies conhecidas, apenas 25 podem causar acidentes com óbitos. Os escorpiões são animais invertebrados terrestres, carnívoros e de hábitos noturnos. Procuram locais quentes, úmidos e escuros para se abrigarem. Em regiões urbanas são encontrados facilmente atrás de vasos sanitários, junto a roupas, atrás de batentes de portas, tacos soltos, dentro de sapatos, sob pedras e entulhos etc.

Dedetização de escorpiões
Dedetização de escorpiões em São Paulo
Dedetização de escorpiões na grande São Paulo
Dedetização de escorpiões no grande ABCD
Dedetização de escorpiões Interior de São Paulo

Filo: Arthropoda

Classe: Arachnida

Ordem: Scorpiones

Descrição e biologia
O corpo está dividido em duas partes: cefalotórax e abdome e possuem 4 pares de pernas. O órgão inoculador de veneno é chamado de télson. Seus pedipalpos são longos e modificados apresentando uma pinça na extremidade, semelhante às pinças dos caranguejos.São estruturas de defesa e captura de alimento. Sua alimentação é baseada em insetos invertebrados como cupins, grilos, baratas, moscas e aranhas. Seu tamanho pode variar de 12 mm até 21 cm de comprimento, de acordo com a espécie.

Ciclo de vida
Chegam à maturidade em 1 a 3 anos, com período de vida de 2 a 6 anos (sendo 8 anos o maior tempo já registrado). A reprodução dos escorpiões amarelos se dá por partenogênese, para isso, basta que a fêmea encontre calor e alimento. Desta forma, só existem fêmeas dessa espécie e sua multiplicação ocorre muito mais facilmente. Quanto aos escorpiões pretos ou marrons, a fecundação é cruzada. O número de filhotes varia de 15 a 25 de acordo com a espécie e, após o parto, os filhotes se alojam no dorso da mãe, ali permanecendo por cerca de uma semana até sofrerem a primeira ecdise, então se dispersam, começando vida independente.

Principais Espécies e Danos Causados
Os danos estão relacionados a acidentes com as picadas, sendo que o escorpião amarelo é o responsável pelos acidentes mais graves. Essas picadas são muito doloridas e podem provocar diversos sintomas, sendo letais em alguns casos, principalmente em crianças abaixo de 7 anos.

Principais Espécies

No Brasil os escorpiões de importância médica pertencem ao gênero Tityus. Este gênero é foco nas empresas controladoras de pragas.

Escorpião Amarelo – Tityus serrulatus: De 5 a 7 cm de comprimento, coloração amarelada, pernas e palpos sem manchas, cefalotórax e abdome escuros. Possui uma serrilha no 4º segmento da cauda e a presença de espinho no télson. É o mais venenoso e mais frequentemente encontrado na região Sudeste, sendo o Paraná, Bahia e sul de Goiás os locais com maior incidência.
Escorpião preto ou marrom – Tityus bahiensis: De 5 a 7 cm de comprimento, coloração marrom avermelhado, cefalotórax e abdome mais escuros e sem manchas. Apêndices mais claros com manchas na mesma cor do corpo. É encontrado da Bahia ao norte da Argentina, Mato Grosso do Sul e Paraguai.
Prevenção

Em locais onde há infestações, manter camas afastadas das paredes (cerca de 10 cm);
Manter o local livre de insetos que sirvam de alimentos aos escorpiões, como baratas e, em caso de infestações, fazer o controle dos mesmos;
Manter sempre limpas as áreas próximas à residência, deixando livre de entulhos, lixo e restos de materiais de construção;
Manter ralos bem fechados;
Sempre examinar roupas e sapatos, sacudindo-os antes de utilizá-los;
Vedar frestas e buracos que possam servir de abrigo;
Colocar telas protetoras em portas e janelas;
Usar sempre calçados e luvas protetoras em atividades rurais e jardinagem;
Em áreas rurais, se possível, criar aves que são predadoras de escorpiões.
Método de Controle

O controle pode ser realizado usando a técnica de pulverização direta e no perímetro da área infestada, nos pontos de abrigo, passagem e alimentação do escorpião, de preferência utilizando um produto de bom poder residual.
A utilização do MIP é recomendada para melhores resultados.

Estamos localizados na cidade de São Paulo e atendemos todos os bairros, vilas e regiões de São Paulo, grande São Paulo, grande ABCD e cidades do Interior num raio de 100 km, consulte-nos sobre o atendimento na sua cidade.

CENTRAL DE ATENDIMENTO

11 3495-0225 | 11 94017-2354 WhatsApp

Dedetização de Cupins

Dedetização de Cupins | 11 3495-0225

Dedetização de cupins em São Paulo, 11 94017-2354 profissionais qualificados e experientes levam até a sua residência ou empresa as melhores técnicas para dedetização de pragas urbanas.

Dedetização de Cupins

Dentre as cerca de 2700 espécies atuais de cupins existentes no mundo, apenas pouco mais de 70 ou 80 espécies foram assinaladas como pragas. Nas áreas urbanas mundiais, estima-se que os gastos com tratamento, reparos e substituições de peças atacadas por cupins alcance, na atualidade, valores da ordem de US$ 5 a 10 bilhões anuais. Apenas na cidade de São Paulo, as perdas podem atingir algo em torno de US$ 10 a 20 milhões anuais.

Filo: Arthropoda

Classe: Insecta

Ordem: Isoptera

Descrição e biologia
São também chamados de térmitas, formigas brancas, siriris ou aleluias. Junto com as formigas, algumas abelhas e algumas vespas são chamados de espécies eussociais, pois apresentam as seguintes características: Cuidado cooperativo com a prole: ovos e os jovens são cuidados pelos irmãos mais velhos; Casta reprodutiva: presença de alados, rei e rainha ao mesmo tempo em que há castas estéreis (operários e soldados); Sobreposição de geração: no caso dos cupins, pais (rei e rainha) e filhos (operários, soldados e reprodutores de substituição) convivem numa mesma colônia. A cabeça dos cupins tem forma e tamanho variáveis e olhos geralmente presentes nas formas aladas e atrofiados nas formas ápteras. O aparelho bucal é do tipo mastigador e bem desenvolvido, principalmente nos soldados. Apenas os cupins reprodutores apresentam 2 pares de asas membranosas, que possuem uma sutura basal, que se rompe e destaca-se do corpo após a revoada. A fonte alimentar básica dos cupins são os materiais celulósicos e lignocelulósicos sob diferentes formas: madeira viva ou morta (em diferentes estágios de decomposição), gramíneas, raízes, sementes, fezes de herbívoros, húmus, manufaturados, etc. Em termos gerais a digestão da celulose é feita com o auxílio de microrganismos simbiontes intestinais: bactérias e/ou fungos, nos chamados “cupins superiores” (toda a Família Termitidae) e flagelados, nos “cupins inferiores” (espécies das outras famílias).

Dedetização de brocas
Dedetização de brocas em São Paulo
Dedetização de brocas na grande São Paulo
Dedetização de brocas no grande ABCD
Dedetização de brocas Interior de São Paulo

Organização social

Antes de abordar-se sobre as castas é bom esclarecer alguns termos usados para as formas imaturas, pois há uma nomenclatura diferente daquela normalmente utilizada na Entomologia. Assim, o termo “larvas” designam os imaturos sem broto alar, sem características de soldado e não pigmentados; “ninfas” são usados para designar imaturos sem características de soldado, com broto alar, ainda pouco pigmentados e “soldados brancos” ou “pré soldados” os imaturos pouco pigmentados, pouco esclerotizados, mas já com características de soldado.
Uma colônia é constituída por um par real (rei e rainha) que são os reprodutores (férteis), os operários e os soldados (estéries). Cada uma destas castas têm funções muito diferentes.

Operários – casta mais numerosa da colônia e composta por indivíduos ápteros e estéreis, sendo responsáveis por todas as funções rotineiras da colônia como obtenção de alimento, construção, reparo, expansão e limpeza do ninho etc.

Soldados – responsáveis pela defesa da colônia, são morfologicamente diferentes dos operários, havendo muitas adaptações para esta função. Por exemplo, as mandíbulas podem ser muito desenvolvidas para a defesa mecânica; podem existir glândulas especiais que produzem substâncias usadas como defesa química e ainda ocorrem combinações de defesa química e mecânica. Os soldados não realizam outras tarefas na colônia e são alimentados pelos operários. Geralmente aparecem em grande número em colônias estressadas.

Reprodutores – são os únicos que se reproduzem na colônia e podem ser: reprodutores primários, que são alados (siriris, aleluias), bem pigmentados e esclerotizados, com olhos compostos perfeitamente desenvolvidos. Depois de voarem e perderem suas asas fundam uma nova colônia e recebem o nome de rei e rainha. As rainhas passam por um processo chamado de fisiogastria, onde há um crescimento do abdome. Neste momento ela é chamada de fêmea fisiogástrica; reprodutores secundários, que se desenvolvem dentro da colônia e poderão substituir o rei e a rainha em caso de morte ou ainda ocorrer junto com o par real primário; reprodutor neotênico, que é qualquer cupim reprodutor que não derive de um alado e finalmente o reprodutor adultóide, que é um alado maduro que permanece na colônia, perde as asas e torna-se funcional, macho ou fêmea.

Ciclo de vida
O desenvolvimento é incompleto, compreendendo as fases de ovo, ninfa e adulto. As ninfas sofrem ecdises até chegarem à forma adulta. É durante essa fase de desenvolvimento que será definida a “finalidade” da ninfa, ou seja, se transformarão em operários, soldados, reprodutores alados ou de reposição, de acordo com a necessidade da colônia. No último estágio, as ninfas podem desempenhar as funções dos operários. Após a revoada, os alados perdem as asas e juntam-se aos pares, saindo à procura de localadequado para o estabelecimento da nova colônia. Decorridos alguns dias após a cópula, a rainha começa a postura. As primeiras posturas originam apenas operários que darão início à construção da colônia, estes também servem de alimento. Depois de estabelecida a colônia, começam a surgir os indivíduos das outras castas. Após atingir a maturidade da colônia (por volta de 5 anos), começam também a surgir os indivíduos alados que irão fazer novas revoadas e estabelecimento de novas colônias.

Principais Espécies e Danos Causados
Os principais danos causados por cupins são nas estruturas de madeira, móveis e outros derivados de celulose como livros e papeis em geral. Podem causar danos a cabos elétricos e telefônicos subterrâneos ou não, com lesão do envoltório protetor e consequente perda de energia ou provocando panes. No caso de cabos embutidos em conduites e em caixas de chaves, interruptores e tomadas, o cupim acarreta risco de curto-circuito e incêndio. Os danos também são notados em árvores urbanas, com risco de queda de ramos maiores e enfraquecimento do suporte lenhoso e tombamento das árvores.

Principais espécies

– Família Kalotermitidae

Cupim de madeira seca – Cryptotermes brevis: Soldados com 4 a 5 mm de comprimento, com cabeça fragmótica de coloração marrom escura a preta, mandíbulas esmagadoras, curtas e robustas. Pseudo-operários de coloração branca ou amarelada. Alados pigmentados com asas hialinas (transparentes) e iridescentes. As colônias são pequenas (pouco mais e 1000 indivíduos) e são inseridas diretamente na fonte alimentar (madeira seca). Desenvolvem-se lentamente, podendo demorar 5 anos para tornar-se maduras,vivendo por mais de 10 anos. Os soldados usam a cabeça para tapar a entrada da colônia. Os integrantes da colônia deixam pelotas fecais típicas em forma de pequenos grânulos. Pelotas fecais escuras devido a oxidação denotam infestação antiga. O gênero Cryptotermes tem distribuição mundial e é a mais importante praga entre os ditos cupins de madeira seca. Esta espécie é a segunda maior praga entre os cupins de áreas urbanas.
Prevenção

Uso de madeiras tratadas durante a construção do imóvel ou montagem dos móveis;
Colocação de telas para prevenir a entrada de alados nas áreas internas da estrutura;
Proteção da superfície exterior das madeiras com tintas, vernizes ou outras coberturas apropriadas, com o objetivo de tapar frestas e rachaduras onde os cupins possam se alojar;
Aplicar cupinicida em todas as superfícies não acabadas dos móveis (aquelas que não tem tinta ou verniz – como a parte de baixo e de trás dos móveis, gavetas, etc.), assim como as juntas nas madeiras, seguindo sempre as instruções de uso;
Inspeções periódicas em armários, madeiramento do telhado e outras estruturas;
Não transportar móveis e objetos infestados
A infestação por cupim de madeira seca, normalmente fica restrita à(s) peça(s) atacada(s), e poderá ser controlada (de forma paleativa) por meio de produtos para controle de cupins encontrados em supermercados ou lojas de materiais de construção. Siga as recomendações do rótulo, aplicando o produto nos buracos da madeira deixados pelo cupim.
Caso este procedimento, usando produtos de venda livre de acordo com as instruções do rótulo não der resultado ou a infestação já for grande, sugere-se a contratação de uma empresa.

Métodos de controle

Os tipos de controle podem ser: polvilhamento (insuflação), que consiste na aplicação de um pó dentro de conduites, utilizando polvilhadeira; injeção de produtos, onde se utiliza dos próprios furos da madeira feito pelos cupins. Pode ser feito utilizando-se seringas ou pequenos pulverizadores; pincelamento, aplicando-se o produto em três demãos; imersão, com eficiência no tratamento preventivo em peças avulsas e sem acabamento.
A utilização do MIP é recomendada para melhores resultados.

– Família Rhinotermitidae

Cupins subterrâneos – Coptotermes e Heterotermes: alimentam-se de madeira e derivados de celulose. Vivem em ninhos que são construídos em locais ocultos no solo ou em cavidades, onde a umidade e ausência de luz são condições ideais para construção do ninho. As colônias são consideravelmente grandes, compostas por milhares de indivíduos. Exploram largamente o ambiente sempre à procura de novas fontes de alimento. A principal característica desses cupins é a construção de túneis “de terra” (composto por fezes, outras secreções e terra), denominados túneis de forrageamento.
Coptotermes gestroi: Soldados com 5 mm, cabeça ovalada de cor amarelada com fontanela grande e arredondada, corpo claro, quase branco. Possui uma defesa mecânica (mandíbulas bem desenvolvidas) combinado a uma defesa química (produção de substância pegajosa de cor leitosa). Os operários são cegos e de coloração esbranquiçada. A rainha fisiogástrica mede aproximadamente 2 cm de comprimento e o rei têm 6 mm. As colônias têm milhões de indivíduos, realizam caminhamentos típicos em forma de túnel. Madeiras ou locais infestados ficam recobertos com placas fecais (manchas) de coloração branca.

Heterotermes sp.: os soldados são dimórficos, com cabeça retangular, alongada e de coloração amarelo alaranjada. As mandíbulas são finas e longas com extremidades voltadas para dentro. Os operários são cegos, brancos amarelados e os reprodutores alados são delgados, alaranjados e de asas claras. Fazem caminhamentos típicos em forma de túnel, e seus ninhos são difusos no solo com grande poder dispersivo. Essas espécies são encontradas também em ambiente agrícola.

Prevenção

A prevenção contra infestações por cupins subterrâneos é o melhor meio para reduzir possíveis ocorrências.
A remoção de todos os restos de raízes de árvores, tocos, ou outras madeiras dentro da área de construção antes do início da obra é importante, bem como a retirada de todos os pedaços de pau e estacas antes da aplicação do concreto, além das tábuas de moldes para a concretagem. Fundações de concreto adequadamente reforçadas previnem grandes contrações e o aparecimento de fendas, as quais permitem a passagem dos cupins. Pode ser feito ainda, o tratamento do terreno.
A utilização de blocos ocos na construção devem ser evitadas. Pilastras de madeira nas fundações devem ser previamente tratadas. Fundações, paredes, muros e pisos devem ser protegidos com produtos cupinicidas de ação residual, constituindo uma barreira eficiente, porém temporária, contra cupins.
As madeiras que venham a ficar em contato com as estruturas da construção devem sofrer pulverizações. Madeiras denominadas moles podem ser tratadas por pulverização, pincelamento ou imersão, com produtos de longa ação residual. O tratamento em madeiras deve ser realizado aplicando-se o inseticida junto a um veículo (solvente) próprio, como querosene, álcool, isoparafina ou mistura de hidrocarbonetos, para uma melhor penetração no seu interior, evitando danos à(s) peça(s).
O gesso em acabamentos não deve conter material celulósico. Os revestimentos como azulejos, lajotas e outros devem ser realizados com argamassa contínua para o total preenchimento de espaços sob o material.

Métodos de controle

O controle deste tipo de cupim é difícil e complicado, uma vez que seus ninhos nem sempre se encontram nos locais de ataque, podendo estar a metros de distância da área atacada. Devido a este comportamento, o controle torna-se difícil, não sendo recomendado que se aplique qualquer produto, pois a infestação tende a se espalhar pela área.
Se confirmar que o cupim é subterrâneo, o trabalho deverá ser feito por empresa profissional, através do controle químico e controle de eliminação da colônia por iscagem.
A utilização do MIP é recomendada para melhores resultados.
– Família Termitidae

Cupins arborícolas – Nasutitermes spp.: Os soldados são dimórficos, com cabeça globosa de coloração variada (preta ou marrom) e nasus desenvolvido (proteção química), corpo de coloração alaranjada. Os operários são também dimórficos, robustos e escuros. Reprodutores alados escuros e de asas pretas. São encontrados na região litorânea. São tipicamente arborícolas, mas também possuidores de ninhos subterrâneos. Os ninhos são conhecidos como “cabeça de nego”. As colônias possuem milhões de indivíduos e podem permanecer ativas por 50 a 80 anos. Fazem caminhos em forma de túneis escuros característicos. Infestam mourões de cercas, postes de madeira, árvores e edificações.
Métodos de controle

O tratamento em geral é a execução de barreira química ao longo das áreas perimétricas, junto aos alicerces, conduítes elétricos, tratamento do madeiramento por pulverização, injeção ou imersão, infiltração em lajes ou aberturas delas para retirada dos ninhos. Os produtos utilizados são de grande poder residual, e devem ser aplicados diluídos em hidrocarbonetos (querosene, ou isoparafina).
A utilização do MIP é recomendada para melhores resultados.

Cupins de solo ou grama – Neocapritermes sp.: Os soldados possuem corpo escuro, cabeça alaranjada e mandíbulas longas, assimétricas e retorcidas. Os operários têm a cabeça clara e o abdome escurecido. Alados com corpo e asas pretas. Encontram-se infestando gramados, normalmente em madeiramentos em decomposição. Os ninhos são subterrâneos e difusos no solo. Realizam galerias no sistema radicular das plantas prejudicando a absorção de água e nutrientes e a translocação dos mesmos. A presença de mudas mortas entre as plantas sadias costuma ser um indicativo da atividade dos cupins.

Cupim de montículo – Cornitermes cumulans: Os ninhos são em montículos, de formato variável, com 50 a 100 cm de altura. Apresentam uma câmara externa de terra, com 6 a 10 cm de espessura e cimentada com saliva e a câmara interna, de celulose e terra, menos dura e com galerias. Existem controvérsias quanto aos danos causados por esses cupins, porém, em áreas urbanas, o problema está relacionado à estética e também ao fato de atraírem escorpiões, que se alimentam desses cupins, podendo assim provocar acidentes.

Syntermes spp.: Cupins de tamanho avantajado. Soldados grandes, monomórficos, com mandíbulas robustas e longas, cabeça grande e sub-retangular, de coloração vermelha ou laranja avermelhada e brilhante, com fontanela visível. Os operários são trimórficos, com cabeça de coloração variando de amarelo a alaranjado. Alados bem pigmentados e de tamanho chegando aos 4 a 4,5 cm de comprimento. Possuem hábitos noturnos, os ninhos são subterrâneos, profundos e difusos. Infestam gramados, campos de futebol e golf, em residências e praças, notando-se o amarelecimento e seca em reboeiras do gramado e dificuldade de rebrota. Assemelham-se às formigas cortadeiras.

Métodos de controle

Pode ser feito o encharcamento do gramado por pulverização com inseticida a baixa concentração, mas bem irrigado e em horários de sol fraco. O produto não poderá ser fitotóxico.
Para o controle do cupim de montículo há a necessidade de que o produto seja colocado no interior do cupinzeiro, com o auxílio de uma barra de ferro com aproximadamente 80 cm de comprimento e de uma marreta, faz-se a perfuração vertical e central do cupinzeiro até que se atinja a câmara celulósica executando a pulverização.
A utilização do MIP é recomendada para melhores resultados.

Informações adicionais

Muitas vezes os cupins são confundidos com as formigas. Eles possuem várias semelhanças comportamentais e adaptações decorrentes do fato de serem insetos sociais. Porém, não são parentes próximos, sendo também morfologicamente diferentes.

Semelhanças biológicas entre cupins e formigas

As castas são semelhantes em número e tipo;
Realizam trofalaxia, sendo este um importante mecanismo de regulação social;
Trilhas químicas são usadas em recrutamento como em formigas e o comportamento de marcação e de seguir a trilha é bastante similar;
Há feromônio de inibição de casta, com ação semelhante aos das formigas;
Comportamento de grooming ocorre frequentemente entre os indivíduos e funciona, ao menos em parte, para a distribuição dos feromônios;
“Cheiro da colônia” e territorialidade são ocorrência comum;
Canibalismo é bastante comum a ambos.
Diferenças entre cupins e formigas

Casta de operário – masculina e feminina nos cupins e só feminina nas formigas;
Formas jovens podem trabalhar no caso dos cupins e não nas formigas;
Não há dominância hierárquica entre indivíduos da mesma casta em cupins, nas formigas isto é comum;
Parasitismo social é praticamente ausente nos cupins e comum em formigas;
Trofalaxia anal é comum nos ditos “cupins inferiores” e bem raro nas formigas;
Ovos tróficos são desconhecidos em cupins e comum em formigas;
Macho – chamado de rei no caso dos cupins permanece com a fêmea – rainha depois da revoada, auxilia na construção inicial do ninho e a fertiliza várias vezes enquanto a colônia desenvolve. Nas formigas os machos fecundam durante o vôo nupcial e depois morrem;
Presença de uma “cintura” nas formigas e ausente nos cupins e antenas em “cotovelo” nas formigas e reta nos cupins;
Nos cupins as asas anteriores e posteriores são semelhantes em tamanho e nervuras. Nas formigas, as asas anteriores são maiores que as posteriores.

Estamos localizados na cidade de São Paulo e atendemos todos os bairros, vilas e regiões de São Paulo, grande São Paulo, grande ABCD e cidades do Interior num raio de 100 km, consulte-nos sobre o atendimento na sua cidade.

CENTRAL DE ATENDIMENTO

11 3495-0225 | 11 94017-2354 WhatsApp

× Agende pelo WhatsApp